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Os desafios da criação de filhos por pais viúvos negros

Bem sabemos que o mais comum é que a mãe acabe sozinha, mas quando o pai é viúvo, podemos explorar outras definições de sofrimento e dificuldade.

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Os desafios da criação de filhos por pais viúvos negros
Cena do filme Uma Família de Dois

Tempo de leitura: 4min00seg

Você já deve ter assistido o filme “Em busca da felicidade”, de 2016, com Will Smith. Nesse filme, conta a história de um pai solteiro que, após a partida de sua esposa, e com dificuldades financeiras, tenta criar seu filho sem que ele sinta o peso da fome, pobreza e humilhação.

A história que passa no filme faz, de longe, a gente chorar. Pela atuação de Will Smith, conseguimos sentir a dureza que é ter a vontade de fornecer qualidade de vida para seu filho e, ao mesmo tempo, manter a calma para que a criança não enxergue em seu pai a desistência, a tristeza ou o fracasso.

Ainda que nas telinhas não consigamos ver ou entender diretamente os obstáculos reais que acontecem, podemos ter uma dimensão de como é criar filhos sozinho, pensando na perspectiva do pai. Bem sabemos que o mais comum é que a mãe acabe sozinha, mas quando o pai é viúvo, podemos explorar outras definições de sofrimento e dificuldade.

Mas por que falar sobre isso? Justamente porque é algo pouco discutido e pelo histórico de homens em seu papel paternal, não há grandes habilidades comuns nessa situação. Por isso, acaba acontecendo um despreparo maior quando se trata de pais viúvos. Principalmente porque, socialmente, a imagem do homem não é associada a tamanho sentimentalismo.

Dessa forma, pela realidade negligenciada na cabeça da maioria, os pais viúvos passam por dificuldades sem reclamar muito e o silêncio é quase que um voto de castidade verbal. De certa forma, quando pais estão presentes, eles tentam, ao máximo, minimizar os impactos do mundo sobre seus filhos, por saberem que há uma grande luta no caminho do amadurecimento e da estabilidade financeira e emocional.

Atualmente, existem programas que auxiliam pais viúvos nessa tarefa, transmitindo conhecimento suficiente para que eles lidam com as intempéries do preconceito, racismo, subestimação e outros fatores negativos que atacam diretamente a libido do homem sobre sua vontade de viver mais e de forma mais qualitativa.

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta.

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta. Com isso, viveu um longo processo de aceitação e entendimento com o seu cabelo. Há dois anos, conseguiu finalizar sua quarta tentativa de transição capilar e tem curtido a textura e o volume dos seus fios. Nesse vídeo, ela ensina um penteado divertido e bem fácil de fazer, que simboliza o momento de irreverência e leveza pelo qual está passando.

Matéria Original:
de Universa 24/09/2020 04h00 – Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/videos/2020/09/24/mcth-ep-2.htm

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Edith e a velha sentada – Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas.

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Edith e a velha sentada - Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

Tempo de leitura: 4min30seg

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas. Agora, com a pandemia, a estratégia do entretenimento tecnológico tem sido mais utilizada e isso tem afetado a maneira como as crianças da nova geração enxergam o mundo.

É sobre isso que Edith e a Velha Sentada, do autor Lázaro Ramos, conhecidíssimo pelas suas atuações na mídia e mensagens de incentivo, trata. A obra serve como ferramenta para os pais lidarem melhor com essa realidade, oferecendo ao filho uma alternativa para compreender o mudo com valores mais humanos e não tão superficiais, como o que as redes oferecem.

Ainda acreditamos muito que crianças não precisam, necessariamente, de ensino e educação sobre si mesmas, para gerar autoconhecimento. Acreditamos que essas são questões para serem lidas quando somos adultos, mas bem entendemos e sabemos, que quando chegamos nessa fase, deveríamos ter cuidado melhor de nós quando mais novos, mas quem estava lá para nos ensinar?

Capa do livro Edith e a Velha Sentada. Ilustração de Edson Ikê. Editora Pallas.

Lázaro fala sobre os personagens em Edith e a Velha Sentada de uma forma que demonstram como crianças, e até mesmo os pais, podem se mostrar vulneráveis nas situações da vida. Ser pai e ser mãe, não quer dizer ser rígidos e intolerantes com emoções, sempre procurando não demonstrar fraqueza para os filhos ,com medo deles perderem respeito pelas imagens materna e fraterna. Acontece que sentir é parte natural do ser humano e falar sobre isso com nossos filhos é gerar aprendizado sobre como funcionamos e de como podemos lidar melhor com sentimentos e emoções.

Bem sabemos que nossa realidade é pautada na supressão de sentimentos, pois eles “interferem” nos nossos afazeres e obrigações e, assim, acabamos criando adultos frustrados e mais depressivos. Quando encontramos o viés do amor e do carinho, entendemos que se permitir sentir, se permitir chorar, é uma forma de aliviar tensões e viver mais dignamente.

A obra aqui referida é indicação da Africo para você pai e mãe que querem entender melhor seus comportamentos e passar adiante conhecimentos que, certamente, serão muito relevantes para a vida dos seus filhos.

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Orixás na temporada de “American Gods”

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

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Orixás na nova temporada de “American Gods”

Tempo de vídeo: 2min31seg

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

A série que está trazendo grande apreciação para seu público, por explorar diversas culturas de crença, conta a história de Shadow Moon que, após passar três anos na prisão, é liberado antecipadamente, devido à morte de sua esposa.

A história se desenrola com Shadow conhecendo novos deuses para enfrentar outros, como símbolo da mídia e tecnologia. Veja o Trailer e assista na Amazon Prime.

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