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Hoje 25 de Maio, Dia da África, grandes nomes da história do país

No dia 25 do mês de maio comemora-se o Dia da África, evento celebrado anualmente pela fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), hoje conhecida como União Africana, datada em 25 de Maio de 1963.

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Dia 25, dia da África - grandes nomes da história do país

Tempo de leitura: 5min00seg

No dia 25 do mês de maio comemora-se o Dia da África, evento celebrado anualmente pela fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), hoje conhecida como União Africana, datada em 25 de Maio de 1963. O dia foi determinado a partir do Primeiro Congresso dos Estados Africanos Independentes, realizado em Acra, no Gana, a 15 de Abril de 1958.  A data do encontro tratou dos movimentos de libertação do continente africano e da determinação dos povos da África para libertar-se do domínio e exploração estrangeiros.

Para trazer mais conteúdo referente a esse momento, a Africo separou uma lista de 5 grandes nomes da história do país, que impactaram diretamente na sua formação e desenvolvimento.

Amílcar Cabral

Lutou pela independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde do colonialismo português e também esteve envolvido na luta pan-africanista. Os objetivos foram alcançados, mas Amílcar morreu antes de presenciar os acontecidos, morrendo, vítima de assassinato, em janeiro de 1973.

Bayajida

Fonte: dw.com

De acordo com a lenda, a descendência de Bayajida foi responsável pela fundação da nação Hauçá, localizada no ocidente do continente africano. Estima-se que o povo Hauçás já somam mais de 75 milhões, sendo uma grande região responsável pela economia de jazidas de minérios.

Historiadores ainda discutem sobre a veracidade da história, mas há vários indícios que a lenda seja verdadeira.

Cheikh Anta Diop e a História de África sem preconceitos

Influenciando diretamente na escrita da História da África, Cheikh Anta Diop foi antropólogo, historiador, especialista em física nuclear e apaixonado por linguística. Com sua bagagem de conhecimento, desbancou diversos preconceitos racistas.

Julius Nyerere

Grande líder africano que trouxe a independência, em 1961, à Tanganica. Tornou-se presidente da Tanzânia, criando sua identidade nacional.

Kinjeketile Ngwale

Representação aproximada.

Líder espiritual da rebelião Maji Maji, encorajada por ele no século XX. Um símbolo da resistência da Tanzânia contra os alemães.

Gostou do conteúdo? Se quiser saber mais sobre grandes nomes da África, há um belo documentário da DW intitulado “Raízes Africanas” que representa em vídeos a história de grandes figuras. Aproveite!

Documentário Raízes Africanas

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta.

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta. Com isso, viveu um longo processo de aceitação e entendimento com o seu cabelo. Há dois anos, conseguiu finalizar sua quarta tentativa de transição capilar e tem curtido a textura e o volume dos seus fios. Nesse vídeo, ela ensina um penteado divertido e bem fácil de fazer, que simboliza o momento de irreverência e leveza pelo qual está passando.

Matéria Original:
de Universa 24/09/2020 04h00 – Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/videos/2020/09/24/mcth-ep-2.htm

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Edith e a velha sentada – Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas.

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Edith e a velha sentada - Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

Tempo de leitura: 4min30seg

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas. Agora, com a pandemia, a estratégia do entretenimento tecnológico tem sido mais utilizada e isso tem afetado a maneira como as crianças da nova geração enxergam o mundo.

É sobre isso que Edith e a Velha Sentada, do autor Lázaro Ramos, conhecidíssimo pelas suas atuações na mídia e mensagens de incentivo, trata. A obra serve como ferramenta para os pais lidarem melhor com essa realidade, oferecendo ao filho uma alternativa para compreender o mudo com valores mais humanos e não tão superficiais, como o que as redes oferecem.

Ainda acreditamos muito que crianças não precisam, necessariamente, de ensino e educação sobre si mesmas, para gerar autoconhecimento. Acreditamos que essas são questões para serem lidas quando somos adultos, mas bem entendemos e sabemos, que quando chegamos nessa fase, deveríamos ter cuidado melhor de nós quando mais novos, mas quem estava lá para nos ensinar?

Capa do livro Edith e a Velha Sentada. Ilustração de Edson Ikê. Editora Pallas.

Lázaro fala sobre os personagens em Edith e a Velha Sentada de uma forma que demonstram como crianças, e até mesmo os pais, podem se mostrar vulneráveis nas situações da vida. Ser pai e ser mãe, não quer dizer ser rígidos e intolerantes com emoções, sempre procurando não demonstrar fraqueza para os filhos ,com medo deles perderem respeito pelas imagens materna e fraterna. Acontece que sentir é parte natural do ser humano e falar sobre isso com nossos filhos é gerar aprendizado sobre como funcionamos e de como podemos lidar melhor com sentimentos e emoções.

Bem sabemos que nossa realidade é pautada na supressão de sentimentos, pois eles “interferem” nos nossos afazeres e obrigações e, assim, acabamos criando adultos frustrados e mais depressivos. Quando encontramos o viés do amor e do carinho, entendemos que se permitir sentir, se permitir chorar, é uma forma de aliviar tensões e viver mais dignamente.

A obra aqui referida é indicação da Africo para você pai e mãe que querem entender melhor seus comportamentos e passar adiante conhecimentos que, certamente, serão muito relevantes para a vida dos seus filhos.

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Orixás na temporada de “American Gods”

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

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Orixás na nova temporada de “American Gods”

Tempo de vídeo: 2min31seg

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

A série que está trazendo grande apreciação para seu público, por explorar diversas culturas de crença, conta a história de Shadow Moon que, após passar três anos na prisão, é liberado antecipadamente, devido à morte de sua esposa.

A história se desenrola com Shadow conhecendo novos deuses para enfrentar outros, como símbolo da mídia e tecnologia. Veja o Trailer e assista na Amazon Prime.

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