Conecte-se conosco

Entretenimento

Caio Prado: um instrumento de crítica social

Caio Padro, músico, cantor e compositor de MPB, é formado pela Escola de Música da Villa Lobos no Rio de Janeiro e explora, em suas letras, situações do cotidiano em forma de crítica social.

Publicado

em

Caio Padro: um instrumento de crítica social

Tempo de leitura: 4min00seg

Caio Padro, músico, cantor e compositor de MPB, é formado pela Escola de Música da Villa Lobos no Rio de Janeiro e explora, em suas letras, situações do cotidiano em forma de crítica social. No auge dos seus 26 anos, possui um trabalho autoral invejável, performando, em seus discos, conceitos minimalistas de arte e acompanhamentos de 4 cordas e arranjos que intensificam a progressão da música.

O artista deixa claro que música se trata de um movimento político e tem a função evolutiva no processo de aprendizado do indivíduo. Músicas como “Não recomendado”, projeto homônimo em parceria com os artistas Daniel Chaudon e Diego Morais, traz o grito de liberdade com aparências hipócritas da elite. Uma arte que bate de frente com forças negativas do machismo, homofobia e racismo.

Ouvir Caio Padro é entender a voz que ecoa da libertação, fundamental para quem procura quebrar estereótipos. Em seus shows, sua equipe costuma usar vestimentas femininas como forma de gerar impacto e estranheza ao público, também como forma de manifestação. A quebra de paradigmas desse ícone independente reforça ainda mais a força do cenário musical brasileiro, que, infelizmente, ainda navega pelas vielas da importância social.

A música como forma de expressão é uma das principais ferramentas de discurso que muitos artistas possuem. Mesmo que as diretrizes da ditadura antiga ainda não sejam tão vistas, elas ainda se mascaram em pequenos atos que, quando somados, geram muitas dores a minorias. Cabe a nós, seres críticos, munir-nos desses reforços para podermos movimentar e mudar realidades negativas.

Para você que quer ouvir

  1. Não Recomendado – Variável Eloquente (2014)
  1. Não Sou Teu Negro – Não Sou Teu Negro (2020)
  1. Roteirista – Variável Eloquente (2014)
  1. Baobá – Baobá (2020)
  1. Nossa Sorte – Incendeia feat. Maria Gadú (2018)

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Entretenimento

Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta.

Publicado

em

Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta. Com isso, viveu um longo processo de aceitação e entendimento com o seu cabelo. Há dois anos, conseguiu finalizar sua quarta tentativa de transição capilar e tem curtido a textura e o volume dos seus fios. Nesse vídeo, ela ensina um penteado divertido e bem fácil de fazer, que simboliza o momento de irreverência e leveza pelo qual está passando.

Matéria Original:
de Universa 24/09/2020 04h00 – Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/videos/2020/09/24/mcth-ep-2.htm

Continue Lendo

Entretenimento

Edith e a velha sentada – Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas.

Publicado

em

Edith e a velha sentada - Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

Tempo de leitura: 4min30seg

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas. Agora, com a pandemia, a estratégia do entretenimento tecnológico tem sido mais utilizada e isso tem afetado a maneira como as crianças da nova geração enxergam o mundo.

É sobre isso que Edith e a Velha Sentada, do autor Lázaro Ramos, conhecidíssimo pelas suas atuações na mídia e mensagens de incentivo, trata. A obra serve como ferramenta para os pais lidarem melhor com essa realidade, oferecendo ao filho uma alternativa para compreender o mudo com valores mais humanos e não tão superficiais, como o que as redes oferecem.

Ainda acreditamos muito que crianças não precisam, necessariamente, de ensino e educação sobre si mesmas, para gerar autoconhecimento. Acreditamos que essas são questões para serem lidas quando somos adultos, mas bem entendemos e sabemos, que quando chegamos nessa fase, deveríamos ter cuidado melhor de nós quando mais novos, mas quem estava lá para nos ensinar?

Capa do livro Edith e a Velha Sentada. Ilustração de Edson Ikê. Editora Pallas.

Lázaro fala sobre os personagens em Edith e a Velha Sentada de uma forma que demonstram como crianças, e até mesmo os pais, podem se mostrar vulneráveis nas situações da vida. Ser pai e ser mãe, não quer dizer ser rígidos e intolerantes com emoções, sempre procurando não demonstrar fraqueza para os filhos ,com medo deles perderem respeito pelas imagens materna e fraterna. Acontece que sentir é parte natural do ser humano e falar sobre isso com nossos filhos é gerar aprendizado sobre como funcionamos e de como podemos lidar melhor com sentimentos e emoções.

Bem sabemos que nossa realidade é pautada na supressão de sentimentos, pois eles “interferem” nos nossos afazeres e obrigações e, assim, acabamos criando adultos frustrados e mais depressivos. Quando encontramos o viés do amor e do carinho, entendemos que se permitir sentir, se permitir chorar, é uma forma de aliviar tensões e viver mais dignamente.

A obra aqui referida é indicação da Africo para você pai e mãe que querem entender melhor seus comportamentos e passar adiante conhecimentos que, certamente, serão muito relevantes para a vida dos seus filhos.

Continue Lendo

Entretenimento

Orixás na temporada de “American Gods”

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

Publicado

em

Orixás na nova temporada de “American Gods”

Tempo de vídeo: 2min31seg

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

A série que está trazendo grande apreciação para seu público, por explorar diversas culturas de crença, conta a história de Shadow Moon que, após passar três anos na prisão, é liberado antecipadamente, devido à morte de sua esposa.

A história se desenrola com Shadow conhecendo novos deuses para enfrentar outros, como símbolo da mídia e tecnologia. Veja o Trailer e assista na Amazon Prime.

Continue Lendo

Trending