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“Tranças me conectam com minha história.” Aprenda três penteados para cabelos trançados

Stella Chidozie, 21 anos, é filha de mãe brasileira e pai nigeriano. Com o pai, conseguiu enxergar sua beleza, que também era valorizada pela família que a criou. Foi essa família que a incentivou a usar tranças.

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Stella Chidozie, 21 anos, é filha de mãe brasileira e pai nigeriano. Com o pai, conseguiu enxergar sua beleza, que também era valorizada pela família que a criou. Foi essa família que a incentivou a usar tranças.

Aos 8 anos, Stella começou a trançar seus próprios cabelos. Com o tempo, passou a cuidar do cabelo de outras pessoas da família e dos vizinhos. Hoje Stella é, além de modelo e produtora de conteúdo, trancista. Ela vê as tranças como resistência, com sua história relacionada à escravidão no Brasil, mas também como ancestralidade. “Antes da escravidão já existiam a África e as tranças”, diz. E essa é uma forma de ela se ligar com a sua história.

“Fazer tranças em mim é algo muito terapêutico e eu vejo como autocuidado”, conta Stella. “E quando eu cuido de outras histórias é uma responsabilidade muito grande — fico muito feliz quando essas pessoas conseguem se encontrar e resgatar sua autoestima.”

Aprenda a fazer 3 penteados com tranças:

Coque

  • Puxe o cabelo todo para trás, como se segurasse um rabo
  • Jogue esse rabo para frente
  • Segue com firmeza e comece a torcer as tranças fazendo um coque
  • Ajeite as pontas das tranças, embutindo-as no coque, para que elas não fiquem pra fora
  • Para ficar mais firme, passe um cordão em torno do coque
  • Solte algumas tranças para dar um charme


Rabo alto

  • Separe algumas tranças da frente do cabelo
  • Segure-as bem em cima da cabeça
  • Separa uma trança do cabelo e amarre-a em torno do rabo, para prendê-lo
  • Repita a operação com mais uma mecha

Meio-preso com nós

  • Separe duas mechas no topo da cabeça
  • Separe as mechas em duas partes
  • Faça um nó leve com as duas mechas e jogue-as pontas do cabelo para trás
  • Pegue outra mecha, desse vez da franja e lateral do cabelo, divida-a em duas partes e leve-as para trás, fazendo outro nó
  • Separe uma terceira mecha, mais próxima da nuca, e repita a operação

Matéria Original:
de Universa 18/02/2021 04h00 – Veja mais em https://www.uol.com.br/play/videos/universa/2021/02/18/meu-cabelo-tem-historia—stella.htm?cmpid=copiaecola

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta.

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta. Com isso, viveu um longo processo de aceitação e entendimento com o seu cabelo. Há dois anos, conseguiu finalizar sua quarta tentativa de transição capilar e tem curtido a textura e o volume dos seus fios. Nesse vídeo, ela ensina um penteado divertido e bem fácil de fazer, que simboliza o momento de irreverência e leveza pelo qual está passando.

Matéria Original:
de Universa 24/09/2020 04h00 – Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/videos/2020/09/24/mcth-ep-2.htm

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Edith e a velha sentada – Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas.

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Edith e a velha sentada - Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

Tempo de leitura: 4min30seg

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas. Agora, com a pandemia, a estratégia do entretenimento tecnológico tem sido mais utilizada e isso tem afetado a maneira como as crianças da nova geração enxergam o mundo.

É sobre isso que Edith e a Velha Sentada, do autor Lázaro Ramos, conhecidíssimo pelas suas atuações na mídia e mensagens de incentivo, trata. A obra serve como ferramenta para os pais lidarem melhor com essa realidade, oferecendo ao filho uma alternativa para compreender o mudo com valores mais humanos e não tão superficiais, como o que as redes oferecem.

Ainda acreditamos muito que crianças não precisam, necessariamente, de ensino e educação sobre si mesmas, para gerar autoconhecimento. Acreditamos que essas são questões para serem lidas quando somos adultos, mas bem entendemos e sabemos, que quando chegamos nessa fase, deveríamos ter cuidado melhor de nós quando mais novos, mas quem estava lá para nos ensinar?

Capa do livro Edith e a Velha Sentada. Ilustração de Edson Ikê. Editora Pallas.

Lázaro fala sobre os personagens em Edith e a Velha Sentada de uma forma que demonstram como crianças, e até mesmo os pais, podem se mostrar vulneráveis nas situações da vida. Ser pai e ser mãe, não quer dizer ser rígidos e intolerantes com emoções, sempre procurando não demonstrar fraqueza para os filhos ,com medo deles perderem respeito pelas imagens materna e fraterna. Acontece que sentir é parte natural do ser humano e falar sobre isso com nossos filhos é gerar aprendizado sobre como funcionamos e de como podemos lidar melhor com sentimentos e emoções.

Bem sabemos que nossa realidade é pautada na supressão de sentimentos, pois eles “interferem” nos nossos afazeres e obrigações e, assim, acabamos criando adultos frustrados e mais depressivos. Quando encontramos o viés do amor e do carinho, entendemos que se permitir sentir, se permitir chorar, é uma forma de aliviar tensões e viver mais dignamente.

A obra aqui referida é indicação da Africo para você pai e mãe que querem entender melhor seus comportamentos e passar adiante conhecimentos que, certamente, serão muito relevantes para a vida dos seus filhos.

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Orixás na temporada de “American Gods”

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

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Orixás na nova temporada de “American Gods”

Tempo de vídeo: 2min31seg

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

A série que está trazendo grande apreciação para seu público, por explorar diversas culturas de crença, conta a história de Shadow Moon que, após passar três anos na prisão, é liberado antecipadamente, devido à morte de sua esposa.

A história se desenrola com Shadow conhecendo novos deuses para enfrentar outros, como símbolo da mídia e tecnologia. Veja o Trailer e assista na Amazon Prime.

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