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O Parkwood entertainment de Beyoncé gera mais de $12 milhões anualmente

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Quando se trata de investimentos inteligentes, Beyoncé é a rainha – e não há maior prova disso do que seu super bem-sucedido Parkwood Entertainment.

Com sede na cidade de Nova York e Los Angeles, Parkwood – assim chamado em homenagem à rua onde Beyoncé morou em Houston, TX – tem uma infinidade de departamentos sob seu vasto domínio. De fato, de acordo com a Billboard, a empresa expandiu seu alcance para os setores de tecnologia e negócios em 2016, quando a empresa passou por uma importante reestruturação gerencial.

“No ano passado, a Parkwood Entertainment criou novos departamentos e recrutou novos executivos dos setores de tecnologia, negócios e entretenimento que se juntaram à equipe para ajudar a expandir a Parkwood e seus interesses”, disse Yvette Noel-Schure, representante de longa data de Beyoncé, à agência. “Lee Anne Callahan-Longo trabalhou com Beyoncé nos últimos 10 anos. A amizade deles substitui os negócios e, embora ela não seja mais uma funcionária de Parkwood, ela continuará sendo uma parte imperativa da vida de Beyoncé”.

Desde a contratação de executivos de alto poder que são líderes de renome mundial em seus respectivos campos, até fazer movimentos de negócios sábios acima e além dos mundos da música, cinema e entretenimento, Beyoncé provou que Parkwood Entertainment foi um dos movimentos de negócios mais sábios da lenda.

Como parte de seu boletim informativo, o fundador da Trapital, Dan Runcie, detalhou alguns dos melhores movimentos de negócios de Parkwood. Veja como a empresa gera US$ 12 milhões por ano.

  • Parkwood Entertainment: No começo

Enquanto ainda era gerenciada por seu pai, Mathew Knowles, Beyoncé lançou a Parkwood Pictures em 2009. A ideia, de acordo com Runcie, era fornecer uma saída criativa para ela explorar fora da tutela de seu pai. Enquanto Parkwood inicialmente se concentrava em filmes – como “Cadillac Records” – Beyoncé percebeu que era hora de expandir seus esforços em pouco tempo.

  • Expansão em música

Apenas um ano depois, de acordo com o RocketReach, Beyoncé expandiu o alcance de Parkwood para a música, lançando assim a Parkwood Entertainment. Sob esse domínio, Beyoncé começou a fazer movimentos de negócios muito poderosos, começando primeiro com seu contrato de vários anos com a Pepsi, que ela assinou em 2012, segundo a Forbes. O acordo, que supostamente valeu mais de US$ 50 milhões, ajudou a cantora de “Lemonade” a ser paga por sua performance no Super Bowl.

Aliás, vale a pena notar que os artistas não são pagos por se apresentar no Super Bowl – mas Beyoncé  foi  paga por sua performance, graças à Pepsi.

  • Outros empreendimentos Parkwood

Mas a Parkwood Entertainment não se limita apenas a seus negócios e música com a Pepsi. Runcie aponta que Parkwood permitiu que Beyoncé se ramificasse na moda (com sua marca Ivy Park, que acabou formando uma parceria com a adidas), gestão (como Chloe x Halle) e filantropia.

  • A empresa hoje

Hoje, a Parkwood Entertainment gera receita anual de US $12 milhões, de acordo com a RocketReach.

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta.

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Gabriela Nolasco ensina um penteado fácil e divertido para cabelos crespos

A artista plástica Gabriela Nolasco, de 27 anos, cresceu sem referências de mulheres com cabelo crespo: “Todas as que estavam a minha volta alisavam o cabelo”, conta. Com isso, viveu um longo processo de aceitação e entendimento com o seu cabelo. Há dois anos, conseguiu finalizar sua quarta tentativa de transição capilar e tem curtido a textura e o volume dos seus fios. Nesse vídeo, ela ensina um penteado divertido e bem fácil de fazer, que simboliza o momento de irreverência e leveza pelo qual está passando.

Matéria Original:
de Universa 24/09/2020 04h00 – Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/videos/2020/09/24/mcth-ep-2.htm

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Edith e a velha sentada – Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas.

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Edith e a velha sentada - Lázaro Ramos fala sobre emoção e sentimento e autoconhecimento de crianças

Tempo de leitura: 4min30seg

A insurgência da tecnologia e seu desenvolvimento acelerado ao longo dos anos tem refletido diretamente na forma como pais educam filhos e como ensinam a eles questões pessoas de interrelacionamentos, como afeto, carinho e outras emoções empáticas. Agora, com a pandemia, a estratégia do entretenimento tecnológico tem sido mais utilizada e isso tem afetado a maneira como as crianças da nova geração enxergam o mundo.

É sobre isso que Edith e a Velha Sentada, do autor Lázaro Ramos, conhecidíssimo pelas suas atuações na mídia e mensagens de incentivo, trata. A obra serve como ferramenta para os pais lidarem melhor com essa realidade, oferecendo ao filho uma alternativa para compreender o mudo com valores mais humanos e não tão superficiais, como o que as redes oferecem.

Ainda acreditamos muito que crianças não precisam, necessariamente, de ensino e educação sobre si mesmas, para gerar autoconhecimento. Acreditamos que essas são questões para serem lidas quando somos adultos, mas bem entendemos e sabemos, que quando chegamos nessa fase, deveríamos ter cuidado melhor de nós quando mais novos, mas quem estava lá para nos ensinar?

Capa do livro Edith e a Velha Sentada. Ilustração de Edson Ikê. Editora Pallas.

Lázaro fala sobre os personagens em Edith e a Velha Sentada de uma forma que demonstram como crianças, e até mesmo os pais, podem se mostrar vulneráveis nas situações da vida. Ser pai e ser mãe, não quer dizer ser rígidos e intolerantes com emoções, sempre procurando não demonstrar fraqueza para os filhos ,com medo deles perderem respeito pelas imagens materna e fraterna. Acontece que sentir é parte natural do ser humano e falar sobre isso com nossos filhos é gerar aprendizado sobre como funcionamos e de como podemos lidar melhor com sentimentos e emoções.

Bem sabemos que nossa realidade é pautada na supressão de sentimentos, pois eles “interferem” nos nossos afazeres e obrigações e, assim, acabamos criando adultos frustrados e mais depressivos. Quando encontramos o viés do amor e do carinho, entendemos que se permitir sentir, se permitir chorar, é uma forma de aliviar tensões e viver mais dignamente.

A obra aqui referida é indicação da Africo para você pai e mãe que querem entender melhor seus comportamentos e passar adiante conhecimentos que, certamente, serão muito relevantes para a vida dos seus filhos.

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Orixás na temporada de “American Gods”

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

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Orixás na nova temporada de “American Gods”

Tempo de vídeo: 2min31seg

American Gods traz, nesta terceira temporada, novos deuses da cultura iorubá (Iansã, Iemanjá e Oxum).

A série que está trazendo grande apreciação para seu público, por explorar diversas culturas de crença, conta a história de Shadow Moon que, após passar três anos na prisão, é liberado antecipadamente, devido à morte de sua esposa.

A história se desenrola com Shadow conhecendo novos deuses para enfrentar outros, como símbolo da mídia e tecnologia. Veja o Trailer e assista na Amazon Prime.

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